O Varejo na era multicanal

Iniciou nesta terça-feira um fórum em São Paulo que discute como empresas devem se comunicar com o consumidor usando os recursos da internet.

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Quando nós aqui da Top Target lemos matérias como essas, não há como deixar de pensar na nossa ferramenta de gestão de negócios (Top Mobile) como um grande auxílio para essas redes de varejo na tomada de decisões online.

O Top Mobile hoje, é uma ferramenta que nos permite mensurar resultados on time para que os decisores dessas redes de varejo tenham total conhecimento do que seus consumidores buscam, afim de atendê-los da melhor forma.

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O encontro foi aberto pelo economista-chefe da consultoria Deloitte Research, Carl Steidtmann, que fez uma análise do mundo pós-crise e destacou o comportamento do Brasil durante os últimos 12 meses. Ele lembrou que, nos Estados Unidos, os consumidores gastaram muito nos últimos 15 anos e que em algum momento isso tinha de parar. “O resto do mundo, que dependia do consumo americano, precisa achar outra forma de crescer. E a resposta para essa questão é o consumo interno, o qual no Brasil foi estimulado”, afirmou.

Steidtmann também ressaltou que a explosão mundial da classe média tem impacto direto sobre o varejo. “E essas pessoas compram não só produtos de consumo como tecnologia”, lembrou. Isso exige das empresas habilidade para apresentar uma comunicação cada vez mais interativa com o consumidor, que começa a falar com a marca muito antes de chegar à loja – ou que interage com ela exclusivamente via web.

Em seguida, foram apresentados cases de empresas que vêm enfrentando o desafio de se posicionar em multiplataformas. Algumas, como o PontoFrio.com, desenvolvem os seus negócios na rede de forma separada ao negócio offline – neste caso, a operação de e-comerce é uma spin off da empresa física e teve início em agosto de 2008. Outras, como a marca Saraiva, mantêm a integração de ambos os lados. “Os dois negócios se complementam”, afirmou o diretor-presidente da Livraria Saraiva, Marcílio Pousada. Segundo ele, durante o expediente de trabalho, aumentam as compras na web, enquanto no pós-expediente crescem as compras nas lojas físicas.

Ele reforçou que é impossível não ter uma atuação forte na internet, especialmente na área em que a companhia que lidera se encontra. “O negócio da música e do filme vai caminhar cada vez mais para o digital. Trabalhamos com força para que o consumo desses itens seja feito com a gente. Não podemos acreditar que no Brasil todo o download vai ser para sempre ilegal.”

Fonte: Portal Meio e Mensagem